Filme EU MAIOR

Compartilho com todos o filme EU MAIOR que trata sobre o autoconhecimento e sobre  a busca da felicidade. Há grandes nomes na área do autoconhecimento em entrevistas que nos instigam ao pensar e à reflexão.

Várias visões que podem ampliar a nossa própria. Abraços a todos.

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A montanha

Desde a antiguidade que o Homem olha para o céu e contempla nas noites límpidas o vasto Universo do qual faz parte.

Vários motivos até o dia de hoje levaram  muitos aventureiros, sábios, moradores e habitantes de regiões montanhosas a empreenderem viagens, a se arriscarem em jornadas a fim de alcançar lugares mais altos. Onde pela localização, o céu ficava mais perto, e as estrelas brilhavam ainda mais.

Podemos comparar a jornada da vida como também um caminho em busca da jornada do peregrino, em que cada um, irá escalar uma montanha, terá de afastar pedras no caminho, seguir firme e com foco no destino almejado e assim ganhar uma bela recompensa pela linda paisagem estrelada ao final de sua busca.

E neste momento, o céu estará mais perto do Homem. Através da sua caminhada pela terra, superando os obstáculos, chegará num ponto em que verá mais e melhor. Na escuridão da noite a luz das estrelas servirá de guia e o céu estará não só no espaço exterior. Mas também no coração do buscador.

Lindo vídeo feito na Espanha por TSO Photography, com linda música de Ludovico Einaudi – “Nuvole bianche”.

As árvores.

arvores

   Comecei num passeio em um parque a contemplar várias árvores, assim como o verde em geral. A natureza sempre me fascinou e sentir a brisa no vento no rosto e olhar para ela sempre foi uma maneira de me equilibrar e organizar as idéias. Nesta circunstância, lembrei-me de uma passagem da minha vida.

       Em certo momento da minha adolescência, abandonei as práticas religiosas que eu seguia, mais por uma influência familiar do que por uma opção minha. Algo que vejo como natural, pois somos influenciados pelo nosso ambiente e vice-versa.

      Aquela idéia de um Deus acima dos homens, não causava uma ressonância em mim. Então decidi que aquela crença naquele Deus que me era mostrado não me dizia nada e resolvi me tornar ateu. Situação que perdurou durante alguns anos. Esta decisão me trouxe um alívio, pois estava sendo autêntico e verdadeiro para comigo mesmo. Meus familiares, com toda boa intenção (segundo o ponto de vista deles), discordaram e fizeram suas colocações de acordo com os referenciais que tinham, que me pareciam muito impregnados de medo e culpa.

     Acho que toda religião, filosofia, escola de pensamento seja válida, pois o que importa, na verdade é que sejamos felizes. E se uma pessoa é feliz seguindo determinada religião b ou c, que assim o faça. Como também acho que os ateus, na sua busca para provar que Deus é uma invenção do homem para lidar com o sofrimento, também podem lidar muito bem com isso. No fundo, acho que todos estamos certos. Pois cada um tem a sua visão, e o direito de seguir ou não qualquer tipo de ideologia ou crença.

    O problema é quando os crentes ou descrentes querem que os demais pensem ou acreditem nas suas ideologias e valores. Disso surge a intolerância, o que gera os mais diversos conflitos.

    No alívio que senti por não seguir mais a religião dos meus pais, ao mesmo tempo veio um sentimento de vazio.  Mesmo não compartilhando mais desta crença, eu sentia dentro de mim que um Universo sem Deus era algo improvável. E nisto continuei minha busca por Deus.

  Numa bela tarde, ao caminhar em um parque, comecei a observar as árvores. Peguei uma folha do chão e comecei a admirar as formas, os desenhos perfeitos e as imperfeições e notava um padrão admirável. Contemplava as mais diferentes cores, olhei para flores, senti o vento e ele me parecia dizer algo além das palavras, que meu eu interno sentia, mas eu não sabia expressar, verbalizar.

    Então, comecei a observar cada vez mais e mais a natureza, as crianças, os animais. Era como se eu fosse novamente uma criança a redescobrir uma vida nova dentro da vida diária. Notava que percebia detalhes que antes nunca havia reparado. E o fato de eu observar, de parar, de dirigir minha atenção, estava abrindo uma nova perspectiva para mim.

   Uma sensação de profunda conexão com tudo ao meu redor foi me tomando, lágrimas vieram aos meus olhos, uma emoção de um sentimento de volta para casa se fez presente. E eu me perguntava: tem que ter uma inteligência que cria com perfeição essas folhas, essas árvores que nos fornecem abrigo, oxigênio, frutos, beleza, poesia, sombra. E eu senti Deus na natureza, em tudo ao meu redor, e principalmente dentro de mim.

    Então redescobri Deus não acima dos homens, mas em todos, nos animais, nas plantas, no sorriso, no choro, na alegria, na tristeza, no brilho do olhar e principalmente no sentimento de amor. Acho que todos nós somos a expressão da vida, que é extremamente rica em sua diversidade, assim como as diversas cores das flores, das matas, das raças, das crenças ou descrenças. Vi que somos partes que formamos este Todo. Somos seres dualistas, mas que somos conectados a tudo por esta essência divina. E sentir e perceber tudo isso me trouxe paz, sem medos, sem culpas.

    E na alegria deste encontro, descobri que não precisava mais procurá-lo. Ele sempre esteve dentro de mim.

                                    Sérgio Pinheiro Paffer.

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Atitudes

meditação,respiração consciente

“ Muitas vezes não fazer nada perante as situações da vida com que nos deparamos é fazer tudo. Outras vezes fazer tudo (pelo menos no que concebemos ser tudo naquele momento) é fazer nada. Isso só a maturidade poderá nos revelar. Mas há um grande professor disponível 24 horas por dia a nos guiar: o silêncio. Sim, o silêncio é sábio, reflete nossa essência, nossa alma. A questão é que geralmente estamos tão inquietos que não conseguimos ouvi-lo. Para atingir esse estado temos a respiração consciente, a meditação, a contemplação e a oração para aqueles que se dispuserem a tanto. Quando nos aquietamos interiormente, calamos a nossa tagarelice. Um novo mundo se descortina à nossa frente: o mundo interior. Feche os olhos, respire calma e profundamente, sinta o ar penetrando pela inspiração e se espalhando na expiração e como o seu corpo muda em cada um destes momentos. Abra mão do controle, entre em contato com você mesmo, deixe fluir. Que a cada respiração você se unifique e se permita conectar-se com sua paz. Dê uma chance a você mesmo.”
                                Sérgio Paffer

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Envelhecer

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   Este post surgiu de um comentário sobre um post que uma colega minha e que já colaborou aqui no blog, Rosangela Bittar compartilhou no Facebook sobre os benefícios da Terapia Floral no processo de envelhecimento. Deste comentário surgiu a inspiração para elaborar esse post, que creio eu, seja algo que todos iremos nos debruçar um dia: o processo de envelhecer, como lidar com o mesmo, a morte e como nossa cultura ocidental tão focada no culto da juventude e das emoções efêmeras (geralmente com um grande custo para nossa saúde que repercute numa idade mais avançada, quando o corpo já foi tão agredido com hábitos de vida errôneos, resultando numa velhice sem saúde).

   Na cultura ocidental não somos preparados para envelhecer, para o morrer, que são fatos naturais e inevitáveis da vida. Como resultado da superficialidade e imediatismo, dessa pressa louca em que vivemos, esqueçemos que um dia estaremos nesta situação.

   Há um culto desenfreado pela aparência, em detrimento da essência, da juventude a qualquer custo, com pessoas fazendo dietas loucas, plásticas para se moldarem a uma beleza padrão inalcançável aos mortais comuns. Precisamos nos preparar para o envelhecimento, para a morte, porque eles fazem parte da vida.

  As culturas orientais e indígenas têm uma relação muito mais tranquila com esses aspectos da vida. E por isso ,encaram e lidam com os mesmos com mais naturalidade. Com efeito, nestas culturas citadas, os idosos são respeitados.  Eles representam a sabedoria, a maturidade e são consultados na tomada de decisões da tribo, da sociedade. Precisamos respeitar os idosos, pois um dia, faremos parte deste contingente.Toda fase da vida é rica e sábia em si mesma.

  Estar velho não significa estar condenado à doença, a uma vida infeliz. Esta é uma crença e vem muito da cultura da idolatria do novo, da juventude. E deste modelo de saúde onde há pouco investimento numa medicina preventiva. Não é incomum encontrarmos centenários em tribos indígenas (principalmente as que tiveram menos contato com os homens brancos) e nos países asiáticos, onde há uma consciência da importância do cuidado com a saúde desde a criança até os mais idosos. Nos parques da China, era muito comum as pessoas começaram o seu dia praticando artes marciais, e exercícios de saúde como o Tai Chi Chuan, e Qi Gong. Além disso, a dieta destes povos é menos gordurosa, há o hábito de consumo de chás, prática de meditação, fatores estes que contribuíram em muito para que a população em geral, atingisse a velhice com saúde, lucidez e qualidade de vida. A importação do estilo de vida ocidental face ao grande desenvolvimento da China está fazendo com que o povo deste país esteja se “ocidentalizando”, incorporando hábitos de vida menos saudáveis, aderindo ao fast-food e portanto, adoecendo.

  A juventude é ótima, mas não é tudo. É possível também ter uma velhice de qualidade, podemos fazer por onde e neste contexto, a terapia floral, uma dieta mais saudável, prática moderada de exercícios podem fazer a diferença. Junto com a postura individual de cada pessoa pela responzabilização pela própria saúde. Uma parcela da sociedade só pensa no aqui e agora, não pensa no amanhã e acha que “viver a vida”é encher a cara e comer, ir pra balada. Mas a vida é muito mais. Somos RESPONSÁVEIS pela nossa saúde. Somos o que comemos, bebemos, pensamos e sentimos.Tudo isto está na nossa esfera de poder. Se não de todo, pelo menos em parte. A cada momento fazemos ESCOLHAS e são elas que definem o nosso PRESENTE e, por consequência, o nosso FUTURO. Podemos fazer de tudo, desde que com moderação e respeito ao nosso corpo e mente. Moderação e equilíbrio trazem saúde.

 Agindo com equilíbrio, os efeitos do tempo, que, invariavelmente chegarão a todos nós podem ser minimizados através da administração do estresse e adoção de hábitos de vida saudáveis.

 Podemos fazer a diferença pra melhor na nossa vida e na do mundo que nos rodeia. Na realidade, não há tal separação. Que cuidemos dos nossos idosos, familiares ou não. Pois todos merecemos respeito e AMOR. Abraços.

                                                                     Sérgio Paffer

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Alquimia interior

Alquimia

    Acho que um dos fatores que me levou a seguir a profissão de terapeuta foi ter vivenciado o sofrimento em suas diversas formas. O sofrimento me humanizou mais, mas não acredito que seja preciso sofrer para ser feliz ou amadurecer. Mas, como tudo no Universo , ele tem uma função. Não o vejo como carma, pecado ou castigo divinos (respeitando as demais visões que sejam diferentes).

   Penso que o sofrimento, dependendo da forma como o encaramos , pode ser uma oportunidade de auto-superação, de exercemos a humildade.  Podemos nos tornar pessoas menos orgulhosas e mais tolerantes. Pois essa condição (a de que todos sofremos ou iremos um dia) é mais uma entre tantas, que nos igualam. Todos temos nossos desafios. Uns experimentam a dor ,uma doença física ou psíquica, outros vivenciam um vazio existencial, uma dor na alma, problemas financeiros.

   De certo que os problemas e desafios, sejam de que natureza for, fazem parte da existência, mas o impacto que terão depende muito da forma que os encararmos e se nos vermos diante destas situações como vítimas ou aprendizes . Se mudarmos o nosso foco, mudamos quase tudo, pois desta forma, mudamos a nossa vibração.

  E a Física quântica está aí para comprovar que matéria nada é mais é do que energia condensada. Então se mudarmos nossa energia, nossa vibração, podemos “abrir portas onde antes só haviam paredes”, e, onde antes só havia problemas, podem se manifestar soluções. Sou muito grato por ter tido acesso às Terapias Integrativas. Elas permitiram e permitem que eu me trate e consiga ver a mim, meus desafios e a vida por um outro prisma. Obrigado Universo por ter trazido pra mim todos os recursos de que necessitei para fazer esta verdadeira alquimia interior e que, muitas vezes é tão difícil.

  Mas esta dificuldade faz parte do processo, pois não é fácil mudar uma identificação de toda uma vida com o drama, com o imediatismo. Tudo tem sua hora. E precisamos ser gentis com nós mesmos, principalmente naqueles momentos em que estamos fragilizados. E para isso, temos poderosos recursos naturais para nos reconectar com nossa força interior , tais como a respiração consciente, a meditação, o Reiki, a automassagem chinesa e um sem número de maravilhosas e efetivas terapias que nos reconduzem à Fonte. E assim, reabastecidos, podemos seguir em frente, convictos de que não estamos desamparados, que o Universo nos ampara. Esquecer disso tudo e se desesperar faz parte do aprendizado. Aí, a gente repete a lição e se relembra, até que um dia, este processo estará automatizado dentro de nós.

  Você acha que eu não caio? Caio sim. Mas a diferença é que me levanto mais rápido, pois do exercício de estar sempre me reconectando, minha força aumenta, e meu lado luz se fortalece.

   Não temamos a sombra. Ela faz parte de nós, é uma mestra. Que saibamos integrá-la. E façamos sempre essa alquimia interior. Que sejamos gentis e compreensivos com todos,  principalmente os que trabalham como terapeutas, mas principalmente com nós mesmos. E que saibamos sempre recomeçar a cada dia, a cada momento, tendo sempre a consciência de que somos amparados pelo Universo independentemente dos desafios que enfrentemos.

                                                          Sérgio Pinheiro Paffer.

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A timidez

céu

      Do comentário de um post feito por Geison Ferreira no blog parceiro www.pensamentosfilmados.com.br, surgiu a fonte de inspiração para este post. Nele se falava sobre a timidez. Comportamento e modo de ser que na sociedade contemporânea virou praticamente sinônimo de patologia.

   Pois vivemos numa era de superficialidades e aparências, onde ser sorridente, aparentar estar feliz, mesmo quando por dentro está-se em prantos virou uma obrigação social. E aqueles que não se enquadram podem até perder seus empregos ou ser hostilizados, por serem considerados estranhos, esquisitos, não terem dinâmica de grupo, etc.

   O ser humano está caminhando para a era da robótica a passos largos, só que para isso está se coisificando, robotizando-se cada vez mais. Visto que aqueles que apresentam uma conduta que difira da maioria são mal vistos e discriminados. Para isso tenho uma frase que a cada dia parece ser mais atual do que nunca :”Não sou eu que sou diferente. Eu sou eu mesmo. Os outros é que são muitos iguais”. Toda pessoa que tem um nível de espiritualidade, intelecto ou sensibilidade mais pronunciada, em algum momento sentiu-se assim, um estranho no ninho.

   A única pessoa que podemos ser nessa vida somos nós mesmos. Não podemos nos despersonalizar em nome de “amigos”, familiares, relacionamentos ou até por conta de um trabalho. Isto não quer dizer que não possamos e não devamos nos melhorar. Sempre podemos melhorar. Mas há coisas em nós tão particulares como nossas impressões digitais. E abrir mão de si mesmo, eu diria, é abrir mão da sanidade. Desta rica troca trago-lhes este post. Boa leitura para todos. Abraços de luz.

“ Excelente post Geison. Parabéns meu amigo. Uma bela lição para todos aprenderem  que ser igual a todo mundo para ser aceito muitas vezes implica em deixar de ser você mesmo. Ninguém tem que deixar de ser quem é pra agradar a ninguém, pois só podemos ser nós mesmos.

  O sistema, a matrix, é que quer programar as pessoas pra dizer como elas “devem ser, agir, se comportar ” a fim de exercer CONTROLE, MANIPULAÇÃO E DOMÍNIO. As forças negativas (a mídia em geral, as religiões e o Estado, as grandes corporações) querem colocar um molde, no qual todos supostamente devem se encaixar. “Como ser um “vencedor”, como se dar bem no trabalho, como ter “sucesso”.

      Aí, vem-me a pergunta: o que é ter “sucesso” ? É ter mais dinheiro do que os outros? O que é ser um “vencedor”? É ser promovido no trabalho, é “vencer” os “concorrentes”? Ah não, ser um vencedor é adquirir o último computador, de última geração. Mas dizem que daqui a 2 meses vão lançar um melhor. Então vou ter que trabalhar mais ainda, pois senão ficarei por “fora”, “pra trás”. E se as pessoas não têm o que a mídia, os amigos têm, elas sofrem pelo não “ter”. Não com isso queira dizer que se a pessoa está a fim de ter um bem, estiver com os recursos para adquiri-lo que o faça. O que questiono é o grau de sofrimento em que muitos ficam por não poderem adquirir determinado produto a ponto de se consumirem. Pois é, o preço de ser um consumidor voraz é ser consumido pelos desejos materiais não realizados. E as pessoas, sem saber, terminam virando um produto, onde sua atenção, o seu clique na propaganda vira objeto de desejo das grandes empresas. Você virou um produto. A sua atenção virou objeto de disputa e você acha que é livre. Não à toa existe um curso Superior de Publicidade, Marketing, Comunicação, onde se aprende técnicas de propagandas para capturar nossa atenção, a nossa vontade.

  Na minha  opinião, cada um deve ser o que é, não precisa se encaixar em nada.Todos somos perfeitos em nossas imperfeições, afinal o que é perfeição? Eu sou tímido, mas por força da profissão que almejo um dia ser meu ganha pão, que é a de ser cantor profissional, vou ter que lidar com públicos grandes. E daí, vou deixar de ser quem sou? Não. Na profissão que exerço atualmente que é a de terapeuta integrativo e professor de automassagem chinesa, tenho que lidar com as pessoas , pois estou lidando com um ser humano, tanto alguém que pode estar bem, como alguém que pode estar em profundo sofrimento.

   E isso me obriga a sair de mim, para ser o veículo, o canal que irá transmitir energias e informações para meus clientes, ou alunos e isso é um ato de extroversão. Acho que jamais serei aquele cara que vai chegando pelos lugares bombando de “alegria” (será que é alegria, ou vontade de chamar atenção=carência, insegurança) e estou tranquilo com isso. Naquilo que faz parte de mim e que me incomoda muito, procuro através de terapia tentar mudar ou então procurar lidar melhor, pois talvez haja coisas em mim, que não possa mudar. Tenho duas opções: ficar mal por conta disso e ficar ESTAGNADO na LAMENTAÇÃO.Ou posso trabalhar no reforço daquilo que posso e ficar FLEXÍVEL na ACEITAÇÃO. Querem nos tratar como um produto e muitas pessoas terminam se coisificando, e passam a DISCRIMINAR quem não é igual, age ou pensa igual a elas. Que pena NORMALÓIDES, vocês vão sofrer. Vamos tentar cultivar a TOLERÂNCIA E AUTO-ACEITAÇÃO. Porque a partir daí ,vamos ter uma PAZ INTERIOR. Não precisamos corresponder às expectativas de quem quer que seja .O outro só tem poder sobre nós à medida que o permitamos. E isso é uma ESCOLHA. EU ESCOLHO SER EU MESMO, COM MINHAS VIRTUDES E DEFEITOS. NÃO ESTOU AQUI PRA AGRADAR A NINGUÉM, TAMBÉM NÃO QUERO SER DESAGRADÁVEL. ESTOU AQUI PRA SER FELIZ. Abraços.

Sérgio Pinheiro Paffer.

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