nascimento – Parte 1

Destaques

    Este blog vem do desejo de compartilhar minhas experiências de vida,conhecimentos nas áreas das práticas integrativas em que atuo,que são O Reiki,Do-In e auto-massagem chinesa.                                                                             Este é também um espaço de troca,onde todos são bem vindos pra dividir suas histórias nas vivências com as práticas integrativas ou não.O objetivo é mostrar que através da troca,do compartilhamento de conhecimentos,técnicas milenares da medicina chinesa,as pessoas podem adotar uma nova postura não só física como também mental perante si mesmas e do mundo do qual fazem parte.                                                                                                                                       Aqui é um espaço aberto,democrático,onde serão disponibilizadas técnicas,dicas,olhares das terapias integrativas,inseridas num contexto maior, que é o paradigma holístico,adotado pela moderna medicina integrativa.A medicina integrativa vê o ser humano não como um ser fragmentado,mas um todo(daí a palavra holístico,que vem do grego holos,que significa total,a totalidade) formado por corpo,mente e energia ou espírito.                                         Todas estas práticas já são comprovadas por cientistas renomados e são baratas,preventivas e efetivas.Em nenhum momento,está se afirmando aqui que as terapias integrativas são uma panacéia, solução única pra todos os problemas e patologias.Em nenhum momento estou afirmando que elas substituem o acompanhento médico,psicológico,psiquiátrico ou de qualquer profissional habilitado na área de saúde.As terapias integrativas são aliadas da medicina convencional e podem potencializar qualquer tratamento,seja ele alopata ou natural,complementar.                                                                                                       Vamos abordar vários assuntos,como doenças  mentais,rótulos,preconceito,visão da doença  nos 2 paradigmas (o cartesiano,da medicina alopata e o holístico da medicina integrativa) ,saúde e meios de preservar,resgatar e manter a nossa vitalidade.

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Nascimento – Parte 2

Destaques

    Olá.Este blog tem como objetivo divulgar as Terapias Integrativas,com ênfase na Terapia Reiki,massoterapia Do-In,automassagem chinesa,taoísmo que são áreas da minha atuação profissional.

    Há também o propósito de ser um espaço democrático,onde se possibilitará a troca de experiências,vivência e conhecimentos,onde as pessoas que trabalham,se beneficiaram com as práticas integrativas terão voz e vez. A divulgação de práticas simples e eficazes para a realização  de uma mudança  na postura individual, não só no sentido físico,mas também na postura mental serão também abordadas e divulgadas neste espaço.

  Com isso não quero dizer que as Terapias Integrativas sejam uma panacéia,que sanam todos os problemas e doenças.As Terapias Integrativas aqui divulgadas são práticas efetivas na prevenção,tratamento e dissolução dos bloqueios energéticos.Sua eficiência já tem sido atestada por cientistas sérios com trabalhados apresentados em Universidades renomadas do Brasil e exterior.

Ninguém que esteja com uma patologia deve abandonar qualquer tipo de tratamento médico convencional ou na área de saúde,quer a origem da enfermidade seja de ordem orgânica,emocional ou psiquiátrica.As práticas aqui divulgadas se inserem no contexto da moderna Medicina Integrativa.

 Esta adota o paradigma holístico (do grego holos,que significa total,totalidade) e têm uma visão de ser humano como um todo integrado(corpo,mente e espírito ou energia).As Terapias Integrativas,também chamadas de Terapias Complementares,Holísticas e Alternativas são aliadas da Medicina convencional e não a substituem.Elas potencializam os resultados de qualquer tratamento,seja ele alopata ou natural,complementar.

 Abordaremos também questões como depressão,doenças mentais,estigmas e o conceito de saúde e de doença nos 2 paradigmas ( o cartesiano,adotado pela Medicina convencional e o holístico adotado pela Medicina Integrativa).

        Divulgaremos práticas que  conduzam à nossa essência,que nos ensinem a silenciar a mente e a entrar em contato com o nosso corpo.Acredito que a maior  poder de cura que existe é o AMOR.E quando tomamos consciência disto,aprendemos que temos escolhas.E isto nos traz uma responsabilidade perante nós mesmos,os que nos cercam e diante do planeta,pois somos todos um.O resultado de ter consciência,fazer escolhas,ter responsabilidade muda o nosso padrão vibratório,muda a nossa sintonia .   E podemos escolher aquilo com que  queremos nos sintonizar,procurando integrar nossa luz com nossa sombra.             E assim,buscando esta integração,podemos evoluir da dualidade rumo à unidade.E exercer essa consciência no dia a dia é uma revolução.Uma revolução no modo de se ver,ver ao outro,ver a vida.E,entrando nesta sintonia de paz,de harmonia,vamos cultivando um estado interior de paz,de conexão com a nossa essência,com nossa luz.E nosso dom maior,se fizermos por onde,é fazer essa luz brilhar pra nossas vidas e para o mundo.Sejam bem vindos.Namastê!(o Deus que habita em mim saúda e reconhece o Deus que há em ti).

                                            Sérgio Pinheiro Paffer.

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A experiência de atender pessoas em estado terminal.

    Na minha experiência profissional enquanto terapeuta tive a oportunidade de fazer atendimentos a pessoas em estado terminal. Atualmente não faço mais este tipo de atendimento, mas gostaria de compartilhar com os leitores, em especial com os colegas que são terapeutas, a rica experiência colhida.

    Neste tipo de situação, em que até para Medicina o indivíduo encontra-se numa situação em que seu quadro de saúde não apresenta mais possibilidade de reversão, a atuação das terapias integrativas, mostra-se muito válida.

    É um momento difícil para a família e o terapeuta tem que ter uma grande sensibilidade para respeitar e ser solidário e compassivo ainda mais do que o usual. Alguns familiares até se iludem, esperando que a terapia integrativa possa fazer como que um milagre e “salvar” seus entes queridos. Mas os fatos demonstram o contrário, e nenhuma terapia integrativa ou a própria Medicina pode impedir que uma pessoa parta quando realmente é chegada sua hora de partir.

  Por isso é importante deixar bem claro para os familiares do receptor os limites e como a terapia empregada pode atuar. É uma questão de ética e obrigação profissional.

    Mesmo não podendo impedir o desenlaçe, as terapias integrativas podem dar ao indivíduo em estado terminal uma qualidade de morte. Sim, porque a morte é um processo natural para o qual a imensa maioria das pessoas na cultura ocidental não gosta de falar e se preparar para este momento. Já nas culturas orientais e indígenas este momento é encarado por uma outra perspectiva. No entanto essa é a única certeza como se diz popularmente. Um dia todos iremos morrer.

    A experiência que posso dizer no meu caso, foi que as práticas integrativas utilizadas traziam uma tranquilidade visível ao receptor, abrandando suas dores, suavizando todo este processo. Particularmente, a Terapia Reiki mostrou-se muito eficaz neste sentido e como a atuação da energia Reiki vai além do corpo físico, atuando nos corpos de energia, os receptores dormiam mais, inclusive havendo uma nítida diferença em seus semblantes na comparação entre o antes e o depois da aplicação da Terapia, fato este constatado pelos próprios familiares.

    A Terapia Reiki tem sido utilizada bastante em ambientes hospitalares, e, inclusive, tive a oportunidade de atender um cliente num conceituado hospital da minha cidade fora do horário das visitas. A enfermeira chefe já conhecia e reconhecia a eficácia do Reiki e me permitia entrar, pois uma pessoa na u.t.i. só pode receber visitas em horários pré-determinados.

    A riqueza dessa experiência para mim foi muito grande. Pois saber que num momento tão difícil para a maioria das pessoas, de alguma maneira pude contribuir como um canal de uma energia que transmite paz e tranquilidade, que minora o sofrimento é muito reconfortante.

    Aprendi muito com meus clientes que atendi em hospitais. Por mais oposto que pareça, quando nos defrontamos com a morte, valorizamos a vida. Presenciamos um número grande de profissionais da área de  saúde que lutam incessantemente para aliviar este sofrimento, assim como os familiares. Aí vemos que muitas vezes nos chateamos por tão pouco, achamos que temos os piores problemas, enquanto estes guerreiros lutam pela vida, ficam incapacitados de se mexer, e mantêm sua dignidade.

    E assim, já que não há uma possibilidade de melhora ou cura, chega o momento do repouso final. No estado terminal podemos dizer que a morte é a cura para o indivíduo que viveu sua jornada neste plano. Que todos nós possamos fazer nossas vidas valerem a pena, para que quando chegue nossa hora de partir possamos seguir em paz.

                                                Sérgio Pinheiro Paffer

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As árvores.

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Comecei num passeio em um parque a contemplar várias árvores, assim como o verde em geral. A natureza sempre me fascinou e sentir a brisa no vento no rosto e olhar para ela sempre foi uma maneira de me equilibrar e organizar as idéias. Nesta circunstância, lembrei-me de uma passagem da minha vida.

       Em certo momento da minha adolescência, abandonei as práticas religiosas que eu seguia, mais por uma influência familiar do que por uma opção minha. Algo que vejo como natural, pois somos influenciados pelo nosso ambiente e vice-versa.

      Aquela idéia de um Deus acima dos homens, não causava uma ressonância em mim. Então decidi que aquela crença naquele Deus que me era mostrado não me dizia nada e resolvi me tornar ateu. Situação que perdurou durante alguns anos. Esta decisão me trouxe um alívio, pois estava sendo autêntico e verdadeiro para comigo mesmo. Meus familiares, com toda boa intenção (segundo o ponto de vista deles), discordaram e fizeram suas colocações de acordo com os referenciais que tinham, que me parecia muito impregnado de medo e culpa.

     Acho que toda religião, filosofia, escola de pensamento seja válida, pois o que importa, na verdade é que sejamos felizes. E se uma pessoa é feliz seguindo determinada religião b ou c, que assim o faça. Como também acho que os ateus, na sua busca para provar que Deus é uma invenção do homem para lidar com o sofrimento, também podem lidar muito bem com isso. No fundo, acho que todos estamos certos. Pois cada um tem a sua visão, e o direito de seguir ou não qualquer tipo de ideologia ou crença.

    O problema é quando os crentes ou descrentes querem que os demais pensem ou acreditem nas suas ideologias, valores. Disso surge a intolerância, o que gera os mais diversos conflitos.

    No alívio que senti por não seguir mais a religião dos meus pais, ao mesmo tempo veio um sentimento de vazio.  Mesmo não compartilhando mais desta crença, eu sentia dentro de mim que um Universo sem Deus era algo improvável. E nisto continuei minha busca por Deus.

  Numa bela tarde, ao caminhar em um parque, comecei a observar as árvores. Peguei uma folha do chão e comecei a admirar as formas, os desenhos perfeitos e as imperfeições e notava um padrão admirável. Contemplava as mais diferentes cores, olhei para flores, senti o vento e ele me parecia dizer algo além das palavras, mas que meu eu interno sentia, mas eu não sabia expressar, verbalizar.

    Então, comecei a observar cada vez mais e mais a natureza, as crianças, os animais. Era como se eu fosse novamente uma criança a redescobrir uma vida nova dentro da vida diária. Notava que percebia detalhes que antes nunca havia reparado. E o fato de eu observar, de parar, de dirigir minha atenção, estava abrindo uma nova perspectiva para mim.

 

   Uma sensação de profunda conexão com tudo ao meu redor foi me tomando, lágrimas vieram aos meus olhos, uma emoção de um sentimento de volta para casa se fez presente. E eu me perguntava: tem que ter uma inteligência que cria com perfeição essas folhas, essas árvores que nos fornecem abrigo, oxigênio, frutos, beleza, poesia, sombra. E eu senti Deus na natureza, em tudo ao meu redor, e principalmente dentro de mim.

    Então redescobri Deus não acima dos homens, mas em todos, nos animais, nas plantas, no sorriso, no choro, na alegria, na tristeza, no brilho do olhar e principalmente no sentimento de amor. Acho que todos nós somos a expressão da vida, que é extremamente rica em sua diversidade, assim como as diversas cores das flores, das matas, das raças, das crenças ou descrenças. Vi que somos partes que formamos este Todo. Somos seres dualistas, mas que somos conectados a tudo por esta essência divina. E sentir e perceber tudo isso me trouxe paz, sem medos, sem culpas.

    E na alegria deste encontro, descobri que não precisava mais procurá-lo. Ele sempre esteve dentro de mim.

                                    Sérgio Pinheiro Paffer.

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Atitudes

 

 

 

meditação,respiração consciente

“ Muitas vezes não fazer nada perante as situações da vida com que nos deparamos é fazer tudo. Outras vezes fazer tudo (pelo menos no que concebemos ser tudo naquele momento) é fazer nada. Isso só a maturidade poderá nos revelar. Mas há um grande professor disponível 24 horas por dia a nos guiar: o silêncio. Sim, o silêncio é sábio, reflete nossa essência, nossa alma. A questão é que geralmente estamos tão inquietos que não conseguimos ouvi-lo. Para atingir esse estado temos a respiração consciente, a meditação, a contemplação e a oração para aqueles que se dispuserem a tanto. Quando nos aquietamos interiormente, calaremos a nossa tagarelice, um novo mundo se descortinará à nossa frente: o mundo interior. Feche os olhos, respire calma e profundamente, sinta, abra mão do controle, entre em contato com você mesmo, deixe fluir. Que a cada respiração você se unifique e se permita conectar-se com sua paz. Dê uma chance a você mesmo.”
Sérgio Paffer

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Mergulho

“Neste mar de energias em que vivemos,às vezes precisamos dar um mergulho bem fundo e esperar os tsunamis que passam por nós passarem.Assim,podemos voltar em segurança para a superfície e seguirmos por mares mais tranquilos.”
Sérgio Paffer.

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A música nas sessões de práticas integrativas

música

 

  Entre os fenômenos naturais que mais me sensibilizam, o som é o que poderia destacar. Além de trabalhar com terapias integrativas, eu também sou cantor amador, compositor, arranho um violão. Já estudei um pouco de música e sou apaixonado pela mesma.

  Cantar é para mim minha conexão direta com Deus, principalmente quando a letra toca a minha alma, emociona-me. Ouvir música é para mim também uma fonte de grande prazer. Gosto musical, assim como religião, time de futebol, cor favorita, política, pertence à esfera do subjetivo. Assim sendo, toda e qualquer discussão neste sentido, é pura perda de tempo e energia.

  Cabe a todos, para que possamos viver bem, respeitar o gosto e opinião alheios, fazendo-nos também por onde sermos respeitados. Mais uma vez, a tolerância é uma virtude urgente a ser cultivada por todos.

  Eu mesmo tenho um gosto musical muito eclético. Gosto desde  música erudita ao rock, pop, música caipira e sou um apaixonado pela mpb. O que importa para mim é o que me toca o coração, sem rótulos. Mas, no contexto da prática das terapias integrativas, diria que a música cumpre um papel de destaque.

  Não é qualquer tipo de música que se adequa ao contexto de uma aplicação de Reiki ou massoterapia. O ideal é que a música tenha uma unidade no seu desenvolvimento, (que não mude repentinamente) que seja relaxante. Este fato por si só irá proporcionar uma esfera de paz tanto para o profissional como para o cliente. A escolha do repertório irá depender muito do gosto musical e sensibilidade do praticante. Também é interessante que este pergunte ao seu cliente se o mesmo deseja que a música esteja presente ou não, em virtude de algumas pessoas preferirem o silêncio. O que não prejudicará em nada ao andamento da sessão.

  Para isso, hoje em dia, contamos no mercado com produções próprias para as aplicações de práticas integrativas, que são bastante interessantes no quesito ambiência, e de complementar a atmosfera das sessões. Estas músicas trazem elementos da natureza, como o som das ondas, das matas e da natureza em geral, envolvidas em belas melodias que convidam ao relaxamento e à entrega.

  O poder da música já é conhecido pela ciência. E foram feitas experiências onde plantas foram expostas a dois tipos de estilos musicais diferentes com diferentes respostas. O grupo de plantas que foi colocado num ambiente onde se tocou música erudita desenvolveu-se bem e ACIMA da média. Já o grupo de plantas que foi exposto à música Heavy Metal rapidamente murchou e morreu. E isto são fatos.

  Mas o uso ou não da música ambiente não irá determinar o resultado da sessão. O fator mais importante é o trabalho, preparo e desempenho do profissional a realizar a sessão, assim como a disposição interior do cliente de querer a sua melhora junto com uma série de outros fatores que futuramente abordaremos em outros posts.

  Pela minha experiência posso salientar que a música traz elementos muito positivos a qualquer trabalho nas práticas integrativas.  Estas músicas terapêuticas reúnem elementos que ajudam a fazer a conexão com as energias salutares do Universo. Elas  ajudam o cliente a “entrar no clima”, a se abrir mais, a se permitir que o trabalho ali desempenhado tenha uma atuação ainda mais profunda, conectando o cliente com sua essência que como a de todos é ligada ao Universo. E neste momento, mesmo que isto não seja tão perceptível, o Universo vem até ao cliente justamente pela prática que está sendo ali desenvolvida e pelos elementos trazidos pela música.

   A  música atua como um elemento facilitador para o profissional de terapia integrativa e para o cliente,facilitando a ambos uma entrega maior ao trabalho desenvolvido, à medida que traz relaxamento para ambos, concentração mais acentuada para o terapeuta e uma harmonização de todo o ambiente onde aquele trabalho terapêutico é desenvolvido.

                                                            Abraços de luz.

                                                 Sérgio Pinheiro Paffer.

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Envelhecer

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Este post surgiu de um comentário sobre um post que uma colega minha e que já colaborou aqui no blog,Rosangela Bittar compartilhou no Facebook sobre os benefícios da Terapia Floral no processo de envelhecimento.Deste comentário surgiu a inspiração para elaborar esse post,que creio eu,ser algo que todos iremos nos debruçar um dia: o processo de envelhecer, como lidar com o mesmo, a morte e como nossa cultura ocidental tão focada no culto da juventude e das emoções efêmeras (geralmente com um grande custo para nossa saúde que repercute numa idade mais avançada,quando o corpo já foi tão agredido com hábitos de vida errôneos,resultando numa velhice sem saúde).

Na cultura ocidental não somos preparados para envelhecer,para o morrer,que são fatos naturais e inevitáveis da vida.Como resultado da superficialidade e imediatismo,dessa pressa louca em que vivemos, esqueçemos que um dia estaremos nesta situação.

Há um culto desenfreado pela aparência,em detrimento da essência,da juventude a qualquer custo,com pessoas fazendo dietas loucas,plásticas para se moldarem a uma beleza padrão inalcançável aos mortais comuns.Precisamos nos preparar para o envelhecimento,para a morte,porque eles fazem parte da vida.

·.As culturas orientais e indígenas têm uma relação muito mais tranquila com esses aspectos da vida.E por isso ,encaram e lidam com os mesmos com mais naturalidade.Com efeito,nestas culturas citadas,os idosos são respeitados. Eles representam a sabedoria,a maturidade e são consultados na tomada de decisões da tribo,da sociedade.Precisamos respeitar os idosos,pois um dia,faremos parte deste contingente.Toda fase da vida é rica e sábia em si mesma.

  Estar velho não significa estar condenado à doença, a uma vida infeliz. Esta é uma crença e vem muito da cultura da idolatria do novo,da juventude. Não é incomum encontrarmos centenários em tribos indígenas (principalmente as que tiveram menos contato com os homens brancos) e nos países asiáticos,onde há uma consciência da importância do cuidado com a saúde desde a criança até os mais idosos. Nos parques da China,era muito comum as pessoas começaram o seu dia praticando artes marciais,e exercícios de saúde como o Tai Chi Chuan, e Qi Gong.Além disso, a dieta destes povos é menos gordurosa,há o hábito de consumo de chás,prática de meditação,fatores estes que contribuíram em muito para que a população em geral,atingisse a velhice com saúde,lucidez e qualidade de vida.A importação do estilo de vida ocidental face ao grande desenvolvimento da China está fazendo com que o povo deste país esteja se “ocidentalizando”,incorporando hábitos de vida menos saudáveis,aderindo ao fast-food e portanto,adoecendo.

  A juventude é ótima,mas não é tudo.É possível também ter uma velhice de qualidade,podemos fazer por onde e neste contexto,a terapia floral,uma dieta mais saudável,prática moderada de exercícios podem fazer a diferença.Junto com a postura individual de cada um.Uma parcela da sociedade só pensa no aqui e agora,não pensa no amanhã e acha que “viver a vida”é encher a cara e comer,ir pra balada.Mas a vida é muito mais.Somos RESPONSÁVEIS pela nossa saúde.Somos o que comemos,bebemos,pensamos e sentimos.Tudo isto está na nossa esfera de poder.Se não de todo,pelo menos em parte. A cada momento fazemos ESCOLHAS e são elas que definem o nosso PRESENTE e,por consequência,o nosso FUTURO. Podemos fazer de tudo,desde que com moderação e respeito ao nosso corpo.Moderação e equilíbrio trazem saúde.

 Agindo com equilíbrio,os efeitos do tempo,que,invariavelmente chegarão a todos nós podem ser minimizados através da administração do estresse e adoção de hábitos de vida saudáveis.

 Podemos fazer a diferença pra melhor na nossa vida e na do mundo que nos rodeia.Na realidade,não há tal separação.Que cuidemos dos nossos idosos,familiares ou não.Pois todos merecemos respeito e AMOR.Abraços.

                                              Sérgio  Pinheiro Paffer.

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